Isto estava para ser escrito há uns dias.
Nenhum não-comunista pode pronunciar-se sobre personagens históricas do PCP, nem que seja para elogiar. A hagiografia marxista-leninista em Portugal proíbe-o a profanos.
Manuel Alegre não pode fazer referência a Álvaro Cunhal e a Dias Lourenço porque não é do partido.
A cegueira clubista de Jerónimo de Sousa e do PCP (porque Jerónimo inclui o PCP em tudo o que diz e pensa, quando utiliza a primeira pessoa do plural, anulando-se como individualidade perante o colectivo) pretende subtrair à memória colectiva da resistência - colectiva, porque de todo o povo português - os exemplos deixados por militantes do seu partido na luta comum do povo português contra a opressão.
O PCP queixa-se, primeiro, de ser maltratado pela opinião pública ou publicada, disparando com o epíteto de anti-comunista (que é tão primário como o de comunista) a tudo o que possa ser visto como crítica indesejável, mas não sabe acolher o reconhecimento vindo do exterior.
É obra. De que mais se há-de o PCP queixar?
Nenhum não-comunista pode pronunciar-se sobre personagens históricas do PCP, nem que seja para elogiar. A hagiografia marxista-leninista em Portugal proíbe-o a profanos.
Manuel Alegre não pode fazer referência a Álvaro Cunhal e a Dias Lourenço porque não é do partido.
A cegueira clubista de Jerónimo de Sousa e do PCP (porque Jerónimo inclui o PCP em tudo o que diz e pensa, quando utiliza a primeira pessoa do plural, anulando-se como individualidade perante o colectivo) pretende subtrair à memória colectiva da resistência - colectiva, porque de todo o povo português - os exemplos deixados por militantes do seu partido na luta comum do povo português contra a opressão.
O PCP queixa-se, primeiro, de ser maltratado pela opinião pública ou publicada, disparando com o epíteto de anti-comunista (que é tão primário como o de comunista) a tudo o que possa ser visto como crítica indesejável, mas não sabe acolher o reconhecimento vindo do exterior.
É obra. De que mais se há-de o PCP queixar?











